Terezinha Gonçalves Felipe - Acadêmica do curso
Disciplina: Marketing
Faculdades SPEI – 2009
Curso: Gestão Comercial – 2º Período/Noite
Data: 23/07/2009
Em pesquisa na Gazeta do povo encontrei uma matéria interessante sobre o Marketing usado por lojas e fabricas no emprego de fragrâncias e aromas para que seus produtos ou serviço prestado tenha maior credibilidade e com isso aumente suas vendas.
Um exemplo disso é: Para chegar ao aroma ideal aplicado nas suas suítes, os estudos do grupo Mabu de Hotéis e Resorts duraram cerca de quatro meses e exigiram investimentos de cerca de R$ 5 mil. “Sempre procuramos manter uma unidade na rede. E o aroma exclusivo ajuda nisso”, diz a coordenadora de marketing do grupo, Francielle Coraiola. “Não é uma inovação cara, mas traz um retorno muito bom. Os clientes gostam tanto que, muitas vezes, querem comprar.” No grupo LN, que atua na área de construção e incorporação imobiliária, a procura por um aroma que trouxesse uma sensação de “bem estar” aos clientes também foi longa. “Fizemos vários testes para chegar a um cheiro com o menor nível de rejeição possível”, conta a diretora de marketing, Mariane Caponi Gamballi. A primeira experiência da empresa com o marketing olfativo foi no plantão de vendas do condomínio Golden Garden. “Queríamos que o cliente se sentisse bem no ambiente. O objetivo era criar a sensação de casa mesmo e tirar o aspecto de obra do local.”
“O olfato ainda é pouco explorado no meio promocional. Mas sensibilizar o cliente por meio de um aroma é uma forte arma de marketing”, diz a aromaterapeuta Janice Zanatta, proprietária da curitibana Good Smell. A empresa está se especializando no chamado “marketing olfativo”, de olho no aumento da procura não só por parte do mundo corporativo, mas também para eventos. “É um recurso que vai além das formas tradicionais de comunicação. Ele cria um vínculo entre a marca e seu cliente”, aposta a supervisora comercial da Biomist, Elaine de Oliveira. A empresa é uma das responsáveis por trazer ao Brasil o conceito, já comum na Europa, Ásia e nos Estados Unidos.
“Quando se agrega uma identidade olfativa a uma marca, cada vez que a pessoa sente o cheiro, lembra dela”, diz Janice. É justamente essa a aposta das empresas. A idéia é que o cheiro traga boas lembranças relacionadas à determinada experiência de consumo. Ou ainda que, enquanto está no ambiente, o cliente se sinta confortável – principalmente, claro, para consumir. “Os cheiros aproximam ou afastam. O segredo está em achar os que aproximam.”
Logo não precisaremos mais ir a determinado lugar para sentir estes perfumes, duas empresas Alemãs chamadas Convisual e o Institute of Sensory Analysis and Marketing Consultancy de Göttingen, patentearam a tecnologia de envio de odores e cheiros para celular. Serão cerca de 100 odores – bons e ruins. A nova tecnologia deve ser lançada em 2010. Ao que tudo indica, no futuro será possível receber e enviar arquivos com anexos perfumados, ou usá-los para “incrementar” jogos ou materiais publicitários. É esperar pra ver. E sentir.
FONTE: Jornal Gazeta do Povo online, data: 06/06/2008, matéria de: Cinthia Scheffer, caderno: Mídia & Marketing, site: www.gazetadopovo.com.br.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Fisgados pelo Cheiro
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