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sexta-feira, 31 de julho de 2009

MARKETING ECOLÓGICO

FACULDADE SPEI
CURSO: Tecnologia em Gestão Comercial – 2º Período
Professor: SEDENILSO MACHADO
Acadêmico: EDUARDO DONIZETTE DA COSTA
Trabalho Semanal sobre: MARKETING


Preocupação ecológica relacionada à sustentabilidade é a atual preocupação de Grandes Marcas, tais como LEVI'S, COCA COLA e a Aveia ELOVENA é chamada de: "A Nova Obsessão Verde". Depois de calcular as emissões de carbono as empresas correm para rastrear o uso da água em seus produtos desde a matéria prima até o consumidor final. Confira abaixo os números fornecidos pelas empresas.

COCA COLA EM LATA de 300 ml - Consome entre 30 e 60 litros por lata, como é calculado, desde a produção agrícola do adoçante usado na bebida (que dependendo da região pode ser cana ou beterraba) até o consumo direto da fábrica.

LEVI'S 501 - Consome incríveis 1914 litros para cada calça fabricada no Brasil ou nos Estados Unidos. O calculo neste caso diz respeito à água usada em campos de algodão, matéria prima da roupa.

AVEIA EM FLOCOS ELOVENA - Consome 101 litros de água para produção de apenas 100g do produto, nesta metodologia o volume de água necessário é calculado desde o cultivo da aveia, o processamento dos flocos e produção da embalagem.

Diz o ditado: "Antes tarde do que nunca", ou seja, embora este consumo seja muito alto, a preocupação destas empresas pode significar um avanço ecológico correto e pode assim iniciar um ciclo de redução de Água na fabricação de seus produtos, melhorando muito a imagem das mesmas, que a meu ver é uma ótima política de Marketing de Relacionamento e demonstração de preocupação e respeito com seus consumidores diretos e a Natureza.


Fonte: Revista EXAME de 15 de julho de 2009, pág. 82 a 84.
Curitiba, 31 de Julho de 2009 11h4

CASO DE SUCESSO: ASSOLAN

ARIANE CAROLINE DOS SANTOS, acadêmica do Curso Tecnológico de Gestão Comercial da Faculdade SPEI, Turma: 2-GCO-A-N-AV, Sala: B-12, Disciplina de Marketing.


Em diversos segmentos de mercado conhecemos o produto por suas marcas, Yakult, Nescau, Bombril, Gilette, isso acontece porque essas empresas dominaram o mercado de tal forma, que se tornaram líderes, porém, já não reinam mais absoluta como em outros tempos, uma prova fiel disso é a Assolan, que assustou a líder Bombril, que por anos foi dominante neste ramo.

A história da Assolan começa na década de 30, já comercializavam sabão em pedra, passando a importar as primeiras esponjas de aço, mais tarde com fabricação própria no Brasil, o objetivo era explorar o mercado dos produtos de limpeza doméstica e se tornar mais uma opção para as donas de casa. Somente quase 3 décadas depois, a Marca Assolan surgiu, e após várias transformações no mercado, sempre acompanhando as inovações no segmento de embalagens, a Assolan foi a primeira a utilizar os saquinhos plásticos para embalagem.

A grande virada veio 40 anos mais tarde, quando a empresa foi adquirida pelo João Alves Junior, o então dono do Grupo Arisco, passaram por mais algumas fusões durante os próximos anos. Mas a historia de sucesso começou em 2002, quando o Junior da Arisco, como era conhecido, se lançou na conquista das donas de casa consumidoras de lã de aço e iniciou uma estratégia agressiva de marketing, comprou mais 8 empresas, viu que o consumidor precisava conhecer o produto e utilizou como estratégia a divulgação visual nos pontos de venda como displays e cartazes, aí sim a Assolan partiu pra briga, com a difícil missão de concorrer com a líder Bombril, traçou uma estratégia ainda mais agressiva: Deu à embalagem olhos, vida e personalidade, com o mascote que virou o “fenômeno”, e caiu no gosto dos consumidores, atingiu altos índices de popularidade, principalmente no comercial onde dançava ao som de “Ragatanga” e mais tarde com a banda Calypso e o slogan “o fenômeno não para de crescer”, nesse meio tempo as consumidoras já sabiam que tinham uma opção a mais na hora de comprar, houve um grande resultado nas vendas e rendeu a empresa o premio Marketing Best 2003, com o case: “ Assolan – O Fenômeno” .

Em 2004 houve um queda, quando sua rival Bombril se recuperou, mas a Assolan não tinha a pretensão de ser líder no mercado, sua meta era abrir uma marca forte para os novos produtos da empresa, e o desafio era manter a marca na memória dos consumidores. Entraram então no mercado de produto com maiores valores agregados, tendo como estratégia comercial, três vertentes: capacidade de produção com alta qualidade, distribuição pulverizada e comunicação direta com o mercado de consumidores.

Após consolidar-se no mercado de produtos de limpeza, a Assolan partiu para outros setores e a maior tacada foi a Etti, vendida pela Parmalat, pois foi aí que estreou no ramo de alimentos, a essa altura a empresa de Junior era uma gigante, foi quando nasceu a Hypermarcas, ocupando o lugar da Assolan (que continua a existir apenas como marca da lã de aço), a Hypermarcas tem sob seu comando marcas no ramo de alimentos, higiene pessoal, limpeza, produtos de saúde, como a Finn e produtos químicos, como a Mat Inset.

Em 2002, quando o Junior da Arisco assumiu a Assolan, a marca não faturava mais do que R$30 milhões, hoje, sozinha, as lãs de aço, respondem por 43% das vendas da empresa.

Fonte: http://www.casodesucesso.com/?conteudoId=39

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Mídia indoor invade academias de ginástica

Terezinha Gonçalves Felipe
Disciplina: Marketing
Faculdades SPEI – 2009
Curso: Gestão Comercial – 2º Período/Noite
Data: 28/07/2009


As mídias indoors estão cada vez mais comuns dentro das academias de ginástica, quando corremos na esteira, elas estão bem ali em nossa frente, fazendo abdominais também lá estão elas praticamente conversando com a gente. Ações promocionais ajudam a engordar receita de espaços fitness e salões de beleza. Com sete anos de atuação, a agência paulistana Mídia em Foco é uma das pioneiras na negociação destes espaços no país e, desde então, vê seu faturamento dobrar ano a ano – o que dá uma pista sobre o ritmo de expansão dos negócios piscina afora. No início, o único cliente era uma rede com cinco unidades em São Paulo. Hoje são 350 academias em todo país. “A demanda vem crescendo muito e a oferta hoje também é maior e melhor”, diz o diretor comercial da empresa, André Bronstein. “Há sete anos, não havia ninguém nas academias preparado para esse tipo de negociação e para a definição de preços dos espaços.”
O perfil dos anunciantes é o mais variado possível – desde os óbvios produtos de higiene e para a prática de esportes até a indústria automobilística ou da construção civil. A supervisora de marketing da Gustavo Borges, Daphne Lambros, diz que há fila de espera de interessados em anunciar em alguns espaços da academia – que são vendidos ou, em alguns casos, negociados em troca de patrocínio para eventos.
Sem revelar números, Daphne diz que o faturamento com a mídia indoor ainda é pequeno no total da empresa, mas é bastante significativo para o departamento de marketing. “Essa verba não é utilizada para pagar a infra-estrutura da academia, e sim para eventos e ações do setor. Para isso ela é primordial.”
O destino do dinheiro é o mesmo na Companhia Athlética de Curitiba, que funciona dentro do Parkshopping Barigui. A gerente administrativa da unidade, Vanessa Sanches, diz que o faturamento com mídia e ações promocionais fica entre 2% e 5% do total mensal da academia. “A demanda cresce a cada ano, e o retorno financeiro é bastante significativo. Todo o valor é reinvestido em eventos para nossos alunos e outras ações de marketing da nossa unidade.”
No alvo
A grande vantagem das ações de mídia indoor, acredita Bronstein, da Mídia em Foco, é atingir um público segmentado, em um momento de relaxamento. “No caso das academias, são ainda pessoas preocupadas com saúde e bem-estar.” Pelas salas da Companhia Athlética, por exemplo, passam por dia cerca de 600 alunos, entre 21 e 59 anos, na sua maioria de alto poder aquisitivo – que pagam uma mensalidade entre R$ 177 e R$ 255.
O fato da pessoa estar vulnerável e receptiva aumenta ainda mais a significativa alta neste segmento do Marketing.

FONTE: Gazeta do Povo online, data: 27/02/2009, site: www.gazetadopovo.com.br, caderno de Mídia e Marketing.

Marketing é a arte que estabelece um melhor diálogo com a sociedade.

Silvia Trindade da Luz
Faculdades Spei
Curso Gestão Comercial - 2° período
Disciplina: Marketing

No site www.revistamarketing.com.br fala sobre Daniela Mercury é uma das personalidades brasileiras que melhor se relacionam com o mundo do marketing. Trazida para o intervalo comercial da “telinha” por meio das criativas campanhas de Nizan Guanaes, na década de 90, a cantora soltou a voz em grandes trabalhos publicitários. Em 1994, por exemplo, enquanto lançava seu terceiro álbum, intitulado Música de Rua – que vendeu mais de um milhão de cópias –, ela gravou junto com Ray Charles um comercial para a cerveja Antarctica. Criado pela DM9DDB em homenagem à Copa do Mundo de Futebol, o filme apresentava Daniela e Ray Charles cantando um jingle que ressaltava o slogan da marca – “Antarctica, uma paixão nacional” – durante a famosa guerra das cervejas, protagonizada por Nizan Guanaes e Eduardo Fischer (que, na época, atendia Brahma, “a número 1”)
Perguntam pra ela o que é marketing? Vejo o marketing muito relacionado à criação, que ocupa um papel cada vez mais importante na sociedade moderna. Sou apaixonada pelo universo das artes e, a meu ver, a publicidade engloba todas as áreas da arte, incluindo a 7ª arte, que é o cinema. Todas as manifestações artísticas são alimentadas pela criação publicitária e vice-versa. Neste caso, marketing é a arte que estabelece um melhor diálogo com a sociedade.
De que maneira o marketing influencia a sua carreira artística? Diferentemente dos artistas da minha época, nunca tive qualquer tipo de preconceito em relação ao marketing, tanto que fui uma das primeiras cantoras a quebrar os paradigmas vigentes na década de 90 ao aceitar participar de comerciais de tevê. O problema é que, nos últimos anos, a palavra marketing passou a ser utilizada muitas vezes de maneira pejorativa. Marketing é a ferramenta que utilizo para divulgar a minha arte. Um bom marketing é capaz de tocar as pessoas.

Fonte :WWW.revistamarketing .com.br maio de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

ESTIMULAÇÃO SUBLIMINAR, É ÉTICO

Ana Rita Stefani Pedrotti
Disciplina: Marketing
Faculdades SPEI – 2009
Curso: Gestão Comercial – 2º Período/Noite
Data: 23/07/2009

Antes de qualquer coisa, devo esclarecer o que é subliminar: Segundo dicionário Aurélio, diz–se SUBLIMINAR, o estímulo não muito intenso, que não passa do limiar da consciência. Sendo inferior, ou que não ultrapassa o limiar. Portanto, são mensagens que nos são enviadas de forma oculta e dissimuladas, que vão influenciar nossas escolhas e até mesmo a tomada de decisões posteriores.
Uma empresa americana de pesquisa comercial anunciou que a técnica de pesquisa subliminar pode ser usada para vender Coca-Cola e pipoca as platéias nos cinemas. Tal técnica, até então, pouco conhecida tornou-se um assunto público. Três psicólogos da Universidade de Michigan apresentaram suas opiniões sobre a tecnologia e a ética da propaganda subliminar na publicação The American Psychologist.
Eles descartaram o teste do cinema, considerando vago e sem controle. Ressaltaram também que seu código de ética impede que utilizem técnicas psicológicas para “propostas duvidosas”. Observaram ainda, que por meio de um “tipo de culpa por associação”, os psicólogos podem colocar sua reputação em jogo por causa da revolta pública contra propaganda subliminar.
Como acadêmicos e formadores de opiniões temos obrigação de filtrarmos as inúmeras propagandas que bombardeiam nossos lares através dos meios de comunicação, de forma tão apelativa, fazendo com que o fútil passe a ser importante e necessário em nossas vidas.
Quanto sua utilização nos cinemas, considero desnecessária, pois já entramos em suas salas carregados de pipocas, refrigerantes e guloseimas, como se fizessem parte do pacote FILME. Sem nos incomodarmos com o alto valor pago, em seus quiosques, por estes produtos de tão baixo valor nutricional.

FONTE: Revista Cientific American Brasil, agosto de 2008,nº 75, seção memória.