FACULDADE SPEI
CURSO: Tecnologia em Gestão Comercial – 2º Período
Professor: SEDENILSO MACHADO
Acadêmico: EDUARDO DONIZETTE DA COSTA
Trabalho Semanal sobre: MARKETING
Preocupação ecológica relacionada à sustentabilidade é a atual preocupação de Grandes Marcas, tais como LEVI'S, COCA COLA e a Aveia ELOVENA é chamada de: "A Nova Obsessão Verde". Depois de calcular as emissões de carbono as empresas correm para rastrear o uso da água em seus produtos desde a matéria prima até o consumidor final. Confira abaixo os números fornecidos pelas empresas.
COCA COLA EM LATA de 300 ml - Consome entre 30 e 60 litros por lata, como é calculado, desde a produção agrícola do adoçante usado na bebida (que dependendo da região pode ser cana ou beterraba) até o consumo direto da fábrica.
LEVI'S 501 - Consome incríveis 1914 litros para cada calça fabricada no Brasil ou nos Estados Unidos. O calculo neste caso diz respeito à água usada em campos de algodão, matéria prima da roupa.
AVEIA EM FLOCOS ELOVENA - Consome 101 litros de água para produção de apenas 100g do produto, nesta metodologia o volume de água necessário é calculado desde o cultivo da aveia, o processamento dos flocos e produção da embalagem.
Diz o ditado: "Antes tarde do que nunca", ou seja, embora este consumo seja muito alto, a preocupação destas empresas pode significar um avanço ecológico correto e pode assim iniciar um ciclo de redução de Água na fabricação de seus produtos, melhorando muito a imagem das mesmas, que a meu ver é uma ótima política de Marketing de Relacionamento e demonstração de preocupação e respeito com seus consumidores diretos e a Natureza.
Fonte: Revista EXAME de 15 de julho de 2009, pág. 82 a 84.
Curitiba, 31 de Julho de 2009 11h4
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Mercado de Luxo
Hilário Fontolan
Gestão Comercial – 2º Período
Curitiba 31/07/2009
Faculdades Spei
A Inbev (antiga Ambev ) lança uma campanha para popularizar a marca Bohemia, com isso deixa espaço livre no segmento de cervejas de luxo para a Stella Artois , cerveja Belga que divide o conceito de marca global da Inbev com a Brahma e Beck’s.
Mas curioso mesmo foi o que aconteceu com Budweiser Select, um lançamento de luxo da Budweiser que consegui mesmo com o preço mais salgado atingir 2% do mercado . após algumas analises chegaram a conclusão que esse 2% saiu das próprias marcas da empresa. Ou seja, praticamente não conseguiram nenhum cliente novo.
Faltou pesquisa de mercado, para conhecer melhor o publico alvo antes de lançar o produto, alem de não aumentar a sua participação no mercado e agora têm mais uma marca para se preocupar.
Fonte: Revista Venda Mais – ano 12 – nº137 setembro/2005.
Gestão Comercial – 2º Período
Curitiba 31/07/2009
Faculdades Spei
A Inbev (antiga Ambev ) lança uma campanha para popularizar a marca Bohemia, com isso deixa espaço livre no segmento de cervejas de luxo para a Stella Artois , cerveja Belga que divide o conceito de marca global da Inbev com a Brahma e Beck’s.
Mas curioso mesmo foi o que aconteceu com Budweiser Select, um lançamento de luxo da Budweiser que consegui mesmo com o preço mais salgado atingir 2% do mercado . após algumas analises chegaram a conclusão que esse 2% saiu das próprias marcas da empresa. Ou seja, praticamente não conseguiram nenhum cliente novo.
Faltou pesquisa de mercado, para conhecer melhor o publico alvo antes de lançar o produto, alem de não aumentar a sua participação no mercado e agora têm mais uma marca para se preocupar.
Fonte: Revista Venda Mais – ano 12 – nº137 setembro/2005.
Marcadores:
Marketing,
Mercado de Luxo
O TRIUNFO DA COCA-COLA
ALICE BRASIL HANNINGER
2º Período de Gestão Comercial
Faculdade Spei
30/07/09
Um executivo Edward Neville Isdell começou sua carreira em uma engarrafadora na áfrica em Zâmbia. Em 35 anos ocupou cargos altos em oito países. Nos últimos 3 anos a Coca-Cola apresentava fracos resultados e Isdell foi chamado para recuperar. Quando citou a Coca-Cola Zero com investidores e analistas de mercado foi comprovado o sucesso da marca (o maior deles nos últimos 20 anos). O lucro aumentou 14% e o faturamento aumentou 17% comparado a 2006. Essa preocupação da Coca-Cola em manter o mercado é o número aumentando nas vendas de chás, águas aromatizadas e sucos. Esses produtos são atraídos pelos consumidores pela idéia de Vida saudável. Apesar de 70% de 200 milhões de litros saem das fábricas da Coca-Cola e da Pepsi ainda que juntos (sucos, chás e águas com sabores) não conseguem chegar à metade desse total. Depois de anos de pesquisa e conhecendo o mercado e sua necessidade obteram a fórmula Coca- Cola Zero e usaram uma poderosa estratégia de marketing para explorar o potencial do produto (unindo produto e imagem desejados pelos consumidores). Eliminaram resistências e conquistaram o público-alvo: os jovens cada vez menos propensos a consumir produtos calóricos. A companhia investiu mais de 30 milhões de dólares em publicidade do produto, focada principalmente na internet e ações de marketing de guerrilha.
Fonte: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0894/marketing/m0130033.html
2º Período de Gestão Comercial
Faculdade Spei
30/07/09
Um executivo Edward Neville Isdell começou sua carreira em uma engarrafadora na áfrica em Zâmbia. Em 35 anos ocupou cargos altos em oito países. Nos últimos 3 anos a Coca-Cola apresentava fracos resultados e Isdell foi chamado para recuperar. Quando citou a Coca-Cola Zero com investidores e analistas de mercado foi comprovado o sucesso da marca (o maior deles nos últimos 20 anos). O lucro aumentou 14% e o faturamento aumentou 17% comparado a 2006. Essa preocupação da Coca-Cola em manter o mercado é o número aumentando nas vendas de chás, águas aromatizadas e sucos. Esses produtos são atraídos pelos consumidores pela idéia de Vida saudável. Apesar de 70% de 200 milhões de litros saem das fábricas da Coca-Cola e da Pepsi ainda que juntos (sucos, chás e águas com sabores) não conseguem chegar à metade desse total. Depois de anos de pesquisa e conhecendo o mercado e sua necessidade obteram a fórmula Coca- Cola Zero e usaram uma poderosa estratégia de marketing para explorar o potencial do produto (unindo produto e imagem desejados pelos consumidores). Eliminaram resistências e conquistaram o público-alvo: os jovens cada vez menos propensos a consumir produtos calóricos. A companhia investiu mais de 30 milhões de dólares em publicidade do produto, focada principalmente na internet e ações de marketing de guerrilha.
Fonte: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0894/marketing/m0130033.html
Marcadores:
Marketing,
O TRIUNFO DA COCA-COLA
A MELHOR FORMA DE APRENDER AINDA É O ERRO
ROSENILSON RODRIGUES COSTA
TURMA: 2º PERIODO
GESTÃO COMERCIAL, SPEI_ AGUA VERDE
DICIPLINA: MARKETING
À pedido da revista VOCÊS/A, o Grupo Foco realizou uma pesquisa com 943 executivos das mais diversas áreas. De acordo com o levantamento apenas 12 deles disseram aplicar ações de punição ou restritiva quando algum subordinado comete algum tipo deslize.
O senso comum prega que não há carreira que sobreviva a um grande fiasco. Mentira. O engenheiro curitibano Rodrigo Dienstmamn, de 40a, nem bem dava seus primeiros passos no mundo corporativo depois de se graduar pelo CFETPR, e já participava de um dos maiores micos que se tem notícia. O engenheiro Rodrigo, foi um dos cincos escolhido para fazer parte do Iridium na América do sul e no Caribe. Para quem não se lembra o Iridium foi um consórcio de empresas constituído pela Motorola em 1990, no desenvolvimento de um projeto de celular via satélite com o qual, qualquer pessoa pudesse fazer e receber ligações de qualquer parte do mundo, numa época em que reinavam os aparelhos analógicos.
O projeto teve vários problemas técnicos e financeiros, o que acabou comprometendo seu lançamento. Quando finalmente virou realidade em 1998, a telefonia celular já havia se espalhado por todas as grandes cidades do mundo, oferecendo maior comodidade e preços mais baixos com relação ao Iridium. Ou seja, o projeto foi um fracasso. Um ano após seu lançamento a empresa entrou em falência, Rodrigo Foi trabalhar na Interlig nos EUA.
Atualmente Rodrigo é diretor de vendas da CISCO multinacional de tecnologia.
O caso Iridium é tão emblemático em se tratando de análise equivocadas, decisões mal feitas, e erros de julgamento que se tornou objeto de estudo nos melhores cursos de MBA do mundo segundo o professor norte americano Sydney Finkelstein da Tuck, escola de negócios dos EUA.
Quando questionado em entrevista de emprego, o engenheiro curitibano sempre faz questão de ressaltar a importância do aprendizado para sua carreira. E esse é um exemplo de como você pode usar um erro a seu favor quando estiver diante de um recrutador. O empregador quer saber da maturidade com que você enfrentou a situação e quais as lições aprendidas.
Transforme o erro em marketing pessoal. “Participei de um projeto que foi um grande erro. Foi uma experiência rica, pois aprendi a revisar planos, a não confiar em tendências de mercado e a ter uma estratégia de saída caso o projeto dê errado.”
VOCÊS/A _ Edição 132, junho de 2009
TURMA: 2º PERIODO
GESTÃO COMERCIAL, SPEI_ AGUA VERDE
DICIPLINA: MARKETING
À pedido da revista VOCÊS/A, o Grupo Foco realizou uma pesquisa com 943 executivos das mais diversas áreas. De acordo com o levantamento apenas 12 deles disseram aplicar ações de punição ou restritiva quando algum subordinado comete algum tipo deslize.
O senso comum prega que não há carreira que sobreviva a um grande fiasco. Mentira. O engenheiro curitibano Rodrigo Dienstmamn, de 40a, nem bem dava seus primeiros passos no mundo corporativo depois de se graduar pelo CFETPR, e já participava de um dos maiores micos que se tem notícia. O engenheiro Rodrigo, foi um dos cincos escolhido para fazer parte do Iridium na América do sul e no Caribe. Para quem não se lembra o Iridium foi um consórcio de empresas constituído pela Motorola em 1990, no desenvolvimento de um projeto de celular via satélite com o qual, qualquer pessoa pudesse fazer e receber ligações de qualquer parte do mundo, numa época em que reinavam os aparelhos analógicos.
O projeto teve vários problemas técnicos e financeiros, o que acabou comprometendo seu lançamento. Quando finalmente virou realidade em 1998, a telefonia celular já havia se espalhado por todas as grandes cidades do mundo, oferecendo maior comodidade e preços mais baixos com relação ao Iridium. Ou seja, o projeto foi um fracasso. Um ano após seu lançamento a empresa entrou em falência, Rodrigo Foi trabalhar na Interlig nos EUA.
Atualmente Rodrigo é diretor de vendas da CISCO multinacional de tecnologia.
O caso Iridium é tão emblemático em se tratando de análise equivocadas, decisões mal feitas, e erros de julgamento que se tornou objeto de estudo nos melhores cursos de MBA do mundo segundo o professor norte americano Sydney Finkelstein da Tuck, escola de negócios dos EUA.
Quando questionado em entrevista de emprego, o engenheiro curitibano sempre faz questão de ressaltar a importância do aprendizado para sua carreira. E esse é um exemplo de como você pode usar um erro a seu favor quando estiver diante de um recrutador. O empregador quer saber da maturidade com que você enfrentou a situação e quais as lições aprendidas.
Transforme o erro em marketing pessoal. “Participei de um projeto que foi um grande erro. Foi uma experiência rica, pois aprendi a revisar planos, a não confiar em tendências de mercado e a ter uma estratégia de saída caso o projeto dê errado.”
VOCÊS/A _ Edição 132, junho de 2009
A Embalagem Inteligente

Nome: Wellington Ramos de Oliveira
Disciplina: Marketing
Faculdades SPEI
Curso: Gestão Comercial
Data:30/07/2009
Trabalho Semanal
Achei esta matéria muito interessante, pois ela fala de algo atual, algo qeu vem crescendo muito, que é a utilização de embalagens para o marketing. Alguns fatores que contribuíram para o crescente uso da embalagem como ferramenta de marketing foi: o auto-serviço, onde o próprio cliente obtém o produto em exposição no ponto de venda, clientes que estão dispostos a pagar um pouco mais por produtos que trazem uma embalagem mais bonita, que dão
Maior credibilidade para os produtos e às vezes demonstra maior segurança para o consumidor.
A embalagem atua como instrumento de comunicação e venda ela mesma faz a propaganda do produto, A embalagem vem ganhando força e personalidade própria com a evolução da sociedade de consumo global e seus novos hábitos.
Pois com a grande massa de divulgação, todas as marcas têm um meio de fazer o marketing do seu produto já que tem meios de divulgação de todas as formas e preços, seja a empresa de pequeno, médio ou grande porte ela tem com divulgar, e aquela que investe em embalagem tem mais condições de se destacar e se tornar uma marca vencedora.
Como exemplo, pode-se destacar o Nescau, achocolatado em pó que cumpre sua missão de transmitir movimento e energia, conceitos inerentes ao produto consumido, na sua grande maioria, por crianças e jovens.
Podemos concluir que, quem souber utilizar dessa arma (embalagem) com certeza vai sair na frente em seus negócios e obterá muito sucesso.
Fonte de pesquisa: www.portaldomarketing.com.br
Por Daiane Miranda de Freitas 20/06/2007
Marcadores:
A Embalagem Inteligente,
Marketing
Marketing de Guerrilha
Daumiro Dias Tanure
Faculdade Spei – Campus Água Verde
Gestão Comercial
Disciplina: Marketing
Professor: Sedenilso Machado
O Marketing de Guerrilha vem da guerrilha bélica, que conta com a ajuda da população para defender de ataques inesperados dos inimigos, dessa forma não precisa manter uma linha de frente.
A ferramenta Marketing de Guerrilha é utilizada por pequenas empresas para combater as grandes concorrentes. O efeito dessa ferramenta tem o mesmo resultado e baixo custo do que outras Publicidades. O resulta e o baixo custo está fazendo com que grandes empresas utilizem o Marketing de Guerrilha.
Segue alguns exemplos de Marketing de Guerrilha:
- A Rede de Postos de Combustíveis ALE, colocou em um de seus postos um boneco inflável de 30 metros de altura de braços abertos como o Cristo Redentor, chamou a atenção da cidade que repercutiu de boca-a-boca e comentários pela internet. Outro Marketing de Guerrilha que a Rede ALE fez, foi contratar uma banda para o público jovem, a banda FRENSO, os jovens são menores e não compram combustíveis, mas são os futuros consumidores, e cada ação, sempre acabam envolvendo os pais.
- A Pizza Hut gastou U$ 1,25 milhões, em anúncios colocados em um foguete Russo lançado no espaço. Criando uma repercussão internacional.
- Uma Agência realizou um Marketing de Guerrilha para a União Internacional Protetora dos Animais, entregando para as pessoas que saía do cinema e acaba de assistir o filme Marle e Eu, bexigas em forma de cachorro para promover adoção.
Fontes de Pesquisa:
http://br.br101.org/marketing-de-guerrilha.html
http://www.mundodomarketing.com.br/12,10473,marketing-de-guerrilha-para-chamar-atencao-dos-consumidores.htm
Faculdade Spei – Campus Água Verde
Gestão Comercial
Disciplina: Marketing
Professor: Sedenilso Machado
O Marketing de Guerrilha vem da guerrilha bélica, que conta com a ajuda da população para defender de ataques inesperados dos inimigos, dessa forma não precisa manter uma linha de frente.
A ferramenta Marketing de Guerrilha é utilizada por pequenas empresas para combater as grandes concorrentes. O efeito dessa ferramenta tem o mesmo resultado e baixo custo do que outras Publicidades. O resulta e o baixo custo está fazendo com que grandes empresas utilizem o Marketing de Guerrilha.
Segue alguns exemplos de Marketing de Guerrilha:
- A Rede de Postos de Combustíveis ALE, colocou em um de seus postos um boneco inflável de 30 metros de altura de braços abertos como o Cristo Redentor, chamou a atenção da cidade que repercutiu de boca-a-boca e comentários pela internet. Outro Marketing de Guerrilha que a Rede ALE fez, foi contratar uma banda para o público jovem, a banda FRENSO, os jovens são menores e não compram combustíveis, mas são os futuros consumidores, e cada ação, sempre acabam envolvendo os pais.
- A Pizza Hut gastou U$ 1,25 milhões, em anúncios colocados em um foguete Russo lançado no espaço. Criando uma repercussão internacional.
- Uma Agência realizou um Marketing de Guerrilha para a União Internacional Protetora dos Animais, entregando para as pessoas que saía do cinema e acaba de assistir o filme Marle e Eu, bexigas em forma de cachorro para promover adoção.
Fontes de Pesquisa:
http://br.br101.org/marketing-de-guerrilha.html
http://www.mundodomarketing.com.br/12,10473,marketing-de-guerrilha-para-chamar-atencao-dos-consumidores.htm
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Marketing de Guerrilha
Empresas planejam lançamentos em até 6 meses
Curitiba, 29 de julho de 2009
Curso de Gestão Comercial
Disciplina: Marketing
Aluna: Silvia Aparecida
O tempo médio para o planejamento de um bem ou serviço nas empresas é de menos de 6 meses para mais da metade das empresas do Brasil. Além disso, apenas uma em cada quatro empresas diminuirá o investimento em marketing para 2009, mesmo com o cenário de crise financeira ainda em voga.
Esses são alguns resultados da pesquisa Marketing Visão 360°, realizada pela TNS Research International em parceira com o Mundo do Marketing. O levantamento que tinha como objetivo averiguar o processo de planejamento estratégico no Marketing das empresas, ouviu 392 pessoas, entre diretores (29%), analistas (29%), gerentes (23%) e outros (17%). A maioria eram executivos oriundos de companhias de serviços (66%), varejo (14%) e bens de consumo (11%).
A pesquisa atenta para um certo predomínio do planejamento a curto prazo, em contraste de longo prazo. O planejamento tático (de curto prazo) é realizado e revisado mensalmente na maioria das empresas (41% e 56%, respectivamente), onde o tempo de retorno é mensurado em até 2 meses para 66% das empresas e o impacto no planejamento de longo prazo é real em 84% das companhias ouvidas.
Rapidez no lançamento de produtos pode explicar fracasso.
O planejamento do produto, desde sua concepção até a chegada ao ponto de venda, acontece em até 6 meses para 67% das empresas ouvidas. Outras 24% planejam entre 6 e 12 meses. “Esse foi um resultado que me alarmou. Em menos de 6 meses não dá para planejar devidamente o lançamento de um produto. É por isso que cerca de 80% dos produtos lançados acabam não vingando”, comenta Bruno Melo, editor executivo do Mundo Marketing.
Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/8,10437,empresas-planejam-lancamentos-em-ate-6-meses. htm
Curso de Gestão Comercial
Disciplina: Marketing
Aluna: Silvia Aparecida
O tempo médio para o planejamento de um bem ou serviço nas empresas é de menos de 6 meses para mais da metade das empresas do Brasil. Além disso, apenas uma em cada quatro empresas diminuirá o investimento em marketing para 2009, mesmo com o cenário de crise financeira ainda em voga.
Esses são alguns resultados da pesquisa Marketing Visão 360°, realizada pela TNS Research International em parceira com o Mundo do Marketing. O levantamento que tinha como objetivo averiguar o processo de planejamento estratégico no Marketing das empresas, ouviu 392 pessoas, entre diretores (29%), analistas (29%), gerentes (23%) e outros (17%). A maioria eram executivos oriundos de companhias de serviços (66%), varejo (14%) e bens de consumo (11%).
A pesquisa atenta para um certo predomínio do planejamento a curto prazo, em contraste de longo prazo. O planejamento tático (de curto prazo) é realizado e revisado mensalmente na maioria das empresas (41% e 56%, respectivamente), onde o tempo de retorno é mensurado em até 2 meses para 66% das empresas e o impacto no planejamento de longo prazo é real em 84% das companhias ouvidas.
Rapidez no lançamento de produtos pode explicar fracasso.
O planejamento do produto, desde sua concepção até a chegada ao ponto de venda, acontece em até 6 meses para 67% das empresas ouvidas. Outras 24% planejam entre 6 e 12 meses. “Esse foi um resultado que me alarmou. Em menos de 6 meses não dá para planejar devidamente o lançamento de um produto. É por isso que cerca de 80% dos produtos lançados acabam não vingando”, comenta Bruno Melo, editor executivo do Mundo Marketing.
Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/8,10437,empresas-planejam-lancamentos-em-ate-6-meses. htm
Marcadores:
Marketing,
planejamento,
qualidade no serviço
Novos consumidores
Faculdade Spei – Campus Água Verde
Aluna: Edicléia Santos Fragoso
2º Período Gestão Comercial Sala B 12
Segundo a reportagem as empresas estão investindo cada vez mais em marketing para angariar a população de poder aquisitivo menor, pois com os vários o incentivos que o governo tem aplicado no País, tais como a política de distribuição de renda, credito interno e o crescimento dos rendimentos da população em geral, entre outros, tem dado sustentabilidade à economia brasileira, principalmente nas de produtos alimentícios e produtos de limpeza.
Conforme as empresas estrategistas de marketing, os novos consumidores são tão exigentes quanto às demais classes, pois além de preços também procuram uma boa qualidade do produto, a partir do momento que começa a adquirir determinada mercadoria, geralmente não deixam de comprá-las, porem quando passam por momentos menos favoráveis procuram substituir por outra marca.
Sendo propicio para o lançamento de novos produtos de boa qualidade, ousar na inovação, planejamento estratégico e marketing pessoal, uma boa alternativa para investir no mercado para lançar produto e entrar na concorrência das demais empresas existente do mesmo ramo.
Bibliografia: www.revistamarketing.com.br / edição de março de 2009.
Aluna: Edicléia Santos Fragoso
2º Período Gestão Comercial Sala B 12
Segundo a reportagem as empresas estão investindo cada vez mais em marketing para angariar a população de poder aquisitivo menor, pois com os vários o incentivos que o governo tem aplicado no País, tais como a política de distribuição de renda, credito interno e o crescimento dos rendimentos da população em geral, entre outros, tem dado sustentabilidade à economia brasileira, principalmente nas de produtos alimentícios e produtos de limpeza.
Conforme as empresas estrategistas de marketing, os novos consumidores são tão exigentes quanto às demais classes, pois além de preços também procuram uma boa qualidade do produto, a partir do momento que começa a adquirir determinada mercadoria, geralmente não deixam de comprá-las, porem quando passam por momentos menos favoráveis procuram substituir por outra marca.
Sendo propicio para o lançamento de novos produtos de boa qualidade, ousar na inovação, planejamento estratégico e marketing pessoal, uma boa alternativa para investir no mercado para lançar produto e entrar na concorrência das demais empresas existente do mesmo ramo.
Bibliografia: www.revistamarketing.com.br / edição de março de 2009.
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estratégias,
Marketing,
Novos consumidores
CASO DE SUCESSO: ASSOLAN
ARIANE CAROLINE DOS SANTOS, acadêmica do Curso Tecnológico de Gestão Comercial da Faculdade SPEI, Turma: 2-GCO-A-N-AV, Sala: B-12, Disciplina de Marketing.
Em diversos segmentos de mercado conhecemos o produto por suas marcas, Yakult, Nescau, Bombril, Gilette, isso acontece porque essas empresas dominaram o mercado de tal forma, que se tornaram líderes, porém, já não reinam mais absoluta como em outros tempos, uma prova fiel disso é a Assolan, que assustou a líder Bombril, que por anos foi dominante neste ramo.
A história da Assolan começa na década de 30, já comercializavam sabão em pedra, passando a importar as primeiras esponjas de aço, mais tarde com fabricação própria no Brasil, o objetivo era explorar o mercado dos produtos de limpeza doméstica e se tornar mais uma opção para as donas de casa. Somente quase 3 décadas depois, a Marca Assolan surgiu, e após várias transformações no mercado, sempre acompanhando as inovações no segmento de embalagens, a Assolan foi a primeira a utilizar os saquinhos plásticos para embalagem.
A grande virada veio 40 anos mais tarde, quando a empresa foi adquirida pelo João Alves Junior, o então dono do Grupo Arisco, passaram por mais algumas fusões durante os próximos anos. Mas a historia de sucesso começou em 2002, quando o Junior da Arisco, como era conhecido, se lançou na conquista das donas de casa consumidoras de lã de aço e iniciou uma estratégia agressiva de marketing, comprou mais 8 empresas, viu que o consumidor precisava conhecer o produto e utilizou como estratégia a divulgação visual nos pontos de venda como displays e cartazes, aí sim a Assolan partiu pra briga, com a difícil missão de concorrer com a líder Bombril, traçou uma estratégia ainda mais agressiva: Deu à embalagem olhos, vida e personalidade, com o mascote que virou o “fenômeno”, e caiu no gosto dos consumidores, atingiu altos índices de popularidade, principalmente no comercial onde dançava ao som de “Ragatanga” e mais tarde com a banda Calypso e o slogan “o fenômeno não para de crescer”, nesse meio tempo as consumidoras já sabiam que tinham uma opção a mais na hora de comprar, houve um grande resultado nas vendas e rendeu a empresa o premio Marketing Best 2003, com o case: “ Assolan – O Fenômeno” .
Em 2004 houve um queda, quando sua rival Bombril se recuperou, mas a Assolan não tinha a pretensão de ser líder no mercado, sua meta era abrir uma marca forte para os novos produtos da empresa, e o desafio era manter a marca na memória dos consumidores. Entraram então no mercado de produto com maiores valores agregados, tendo como estratégia comercial, três vertentes: capacidade de produção com alta qualidade, distribuição pulverizada e comunicação direta com o mercado de consumidores.
Após consolidar-se no mercado de produtos de limpeza, a Assolan partiu para outros setores e a maior tacada foi a Etti, vendida pela Parmalat, pois foi aí que estreou no ramo de alimentos, a essa altura a empresa de Junior era uma gigante, foi quando nasceu a Hypermarcas, ocupando o lugar da Assolan (que continua a existir apenas como marca da lã de aço), a Hypermarcas tem sob seu comando marcas no ramo de alimentos, higiene pessoal, limpeza, produtos de saúde, como a Finn e produtos químicos, como a Mat Inset.
Em 2002, quando o Junior da Arisco assumiu a Assolan, a marca não faturava mais do que R$30 milhões, hoje, sozinha, as lãs de aço, respondem por 43% das vendas da empresa.
Fonte: http://www.casodesucesso.com/?conteudoId=39
Em diversos segmentos de mercado conhecemos o produto por suas marcas, Yakult, Nescau, Bombril, Gilette, isso acontece porque essas empresas dominaram o mercado de tal forma, que se tornaram líderes, porém, já não reinam mais absoluta como em outros tempos, uma prova fiel disso é a Assolan, que assustou a líder Bombril, que por anos foi dominante neste ramo.
A história da Assolan começa na década de 30, já comercializavam sabão em pedra, passando a importar as primeiras esponjas de aço, mais tarde com fabricação própria no Brasil, o objetivo era explorar o mercado dos produtos de limpeza doméstica e se tornar mais uma opção para as donas de casa. Somente quase 3 décadas depois, a Marca Assolan surgiu, e após várias transformações no mercado, sempre acompanhando as inovações no segmento de embalagens, a Assolan foi a primeira a utilizar os saquinhos plásticos para embalagem.
A grande virada veio 40 anos mais tarde, quando a empresa foi adquirida pelo João Alves Junior, o então dono do Grupo Arisco, passaram por mais algumas fusões durante os próximos anos. Mas a historia de sucesso começou em 2002, quando o Junior da Arisco, como era conhecido, se lançou na conquista das donas de casa consumidoras de lã de aço e iniciou uma estratégia agressiva de marketing, comprou mais 8 empresas, viu que o consumidor precisava conhecer o produto e utilizou como estratégia a divulgação visual nos pontos de venda como displays e cartazes, aí sim a Assolan partiu pra briga, com a difícil missão de concorrer com a líder Bombril, traçou uma estratégia ainda mais agressiva: Deu à embalagem olhos, vida e personalidade, com o mascote que virou o “fenômeno”, e caiu no gosto dos consumidores, atingiu altos índices de popularidade, principalmente no comercial onde dançava ao som de “Ragatanga” e mais tarde com a banda Calypso e o slogan “o fenômeno não para de crescer”, nesse meio tempo as consumidoras já sabiam que tinham uma opção a mais na hora de comprar, houve um grande resultado nas vendas e rendeu a empresa o premio Marketing Best 2003, com o case: “ Assolan – O Fenômeno” .
Em 2004 houve um queda, quando sua rival Bombril se recuperou, mas a Assolan não tinha a pretensão de ser líder no mercado, sua meta era abrir uma marca forte para os novos produtos da empresa, e o desafio era manter a marca na memória dos consumidores. Entraram então no mercado de produto com maiores valores agregados, tendo como estratégia comercial, três vertentes: capacidade de produção com alta qualidade, distribuição pulverizada e comunicação direta com o mercado de consumidores.
Após consolidar-se no mercado de produtos de limpeza, a Assolan partiu para outros setores e a maior tacada foi a Etti, vendida pela Parmalat, pois foi aí que estreou no ramo de alimentos, a essa altura a empresa de Junior era uma gigante, foi quando nasceu a Hypermarcas, ocupando o lugar da Assolan (que continua a existir apenas como marca da lã de aço), a Hypermarcas tem sob seu comando marcas no ramo de alimentos, higiene pessoal, limpeza, produtos de saúde, como a Finn e produtos químicos, como a Mat Inset.
Em 2002, quando o Junior da Arisco assumiu a Assolan, a marca não faturava mais do que R$30 milhões, hoje, sozinha, as lãs de aço, respondem por 43% das vendas da empresa.
Fonte: http://www.casodesucesso.com/?conteudoId=39
quinta-feira, 30 de julho de 2009
MARKETING PESSOAL: SEJA ESTRATÉGICO COM SEU TEMPO
Ana Rita Stefani Pedrotti
Faculdade Spei
Turma Gestão Comercial / Água Verde
30 / 07/ 2009
Atualmente exige-se hiperatividade das pessoas de negócios. Correm o dia inteiro: participam de reuniões, desenvolvem projetos, entram madrugada a fora trabalhando. E se isso não bastasse, têm a parte virtual: os inúmeros emails a serem respondidos. Assim, encontram-se cada vez mais ocupados e com atividades que não agregam valor.
Professores da Harvard Business, documentaram que pessoas que assumem vários projetos concomitantemente, registram um declínio na quantidade de valor agregado à seu tempo. A pesquisa confirmou ainda a queda de 15% da produtividade no trabalho, ou seja, quanto mais tarefas assumem, menos realizam. Nem chegam a referir-se a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
Para obter produtividade com valor agregado, foi sugerido entre outras coisas:
- Separar as oportunidades atrativas das não atrativas.
- Assegurar um tempo a atividades como: refletir ou redigir (podem ser ofuscadas por outras por não serem tão urgentes).
- Ajustar prioridades estratégicas e questionar as que não levam em direção delas.
E a principal dica:
Questionar o valor de cada atividade – se não for finalizada, o que ocorrerá?
Pergunto: Suas atividades estão agregando valores, ou o dia tem passado muito rápido, você não tem mais tempo pra nada e seus resultados demoram a aparecer?
FONTE: marketing.com.br / por Rita Gunther McGrath – Harvard Business Review
Faculdade Spei
Turma Gestão Comercial / Água Verde
30 / 07/ 2009
Atualmente exige-se hiperatividade das pessoas de negócios. Correm o dia inteiro: participam de reuniões, desenvolvem projetos, entram madrugada a fora trabalhando. E se isso não bastasse, têm a parte virtual: os inúmeros emails a serem respondidos. Assim, encontram-se cada vez mais ocupados e com atividades que não agregam valor.
Professores da Harvard Business, documentaram que pessoas que assumem vários projetos concomitantemente, registram um declínio na quantidade de valor agregado à seu tempo. A pesquisa confirmou ainda a queda de 15% da produtividade no trabalho, ou seja, quanto mais tarefas assumem, menos realizam. Nem chegam a referir-se a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
Para obter produtividade com valor agregado, foi sugerido entre outras coisas:
- Separar as oportunidades atrativas das não atrativas.
- Assegurar um tempo a atividades como: refletir ou redigir (podem ser ofuscadas por outras por não serem tão urgentes).
- Ajustar prioridades estratégicas e questionar as que não levam em direção delas.
E a principal dica:
Questionar o valor de cada atividade – se não for finalizada, o que ocorrerá?
Pergunto: Suas atividades estão agregando valores, ou o dia tem passado muito rápido, você não tem mais tempo pra nada e seus resultados demoram a aparecer?
FONTE: marketing.com.br / por Rita Gunther McGrath – Harvard Business Review
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Tito Caloi lança bicicletas de times de futebol
Trabalho Semanal – Marketing.
Antonio Dimas Silva – Faculdades SPEI (Água Verde)
Curso – Gestão Comercial / Noturno / Sala B12
30/07/2009.
Foi uma grande sacada de mercado da Caloi. Pois nos dias atuais no Brasil cada vez menos se anda de bicicleta. E colando nas bicicletas as cores, dos principais times de futebol de São Paulo ( e provavelmente se pegar nos outros estados), mesmo falando que não queria disputar fatia do mercado e sim laçar um mercado novo, com certeza com esta jogada de Marketing ele ira colocar a marca Caloi novamente em evidencia. Crescendo o interesse pela compra dos pais para seus filhos e ate mesmo para ele. Com esta idéia ate fiquei com vontade novamente de andar de bicicleta.
Referência: Portal Exame /Negócios 06/07/2009.
Antonio Dimas Silva – Faculdades SPEI (Água Verde)
Curso – Gestão Comercial / Noturno / Sala B12
30/07/2009.
Foi uma grande sacada de mercado da Caloi. Pois nos dias atuais no Brasil cada vez menos se anda de bicicleta. E colando nas bicicletas as cores, dos principais times de futebol de São Paulo ( e provavelmente se pegar nos outros estados), mesmo falando que não queria disputar fatia do mercado e sim laçar um mercado novo, com certeza com esta jogada de Marketing ele ira colocar a marca Caloi novamente em evidencia. Crescendo o interesse pela compra dos pais para seus filhos e ate mesmo para ele. Com esta idéia ate fiquei com vontade novamente de andar de bicicleta.
Referência: Portal Exame /Negócios 06/07/2009.
Ovo líquido ou em pó é o novo negócio da AB Brasil
Faculdade Spei – Campus Água Verde
Aluna: Camila Chinagli da Rocha
2º Período Gestão Comercial
Data: 30/07/09
A empresa AB Brasil investe no mercado de ovos do Brasil com ovos líquidos envasados em garrafas PET ou embalagens longa vida. A estratégia de marketing da empresa é primeiramente atender restaurantes, padarias e hotéis e futuramente chegar ao varejo, visto que no exterior é comum encontrar caixinhas de ovos pasteurizados no supermercado.
As vantagens para o consumidor será a praticidade (não precisando sujar a mão quebrando o ovo), segurança alimentar, pois será isento da salmonela e tempo de vida útil que é duas vezes maior que os ovos em casca.
Referência:
http://www.aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/ovo-liquido-ou-em-po-e-o-novo-negocio-da-ab-brasil,24047,20081118090935_B_868.aspx
Aluna: Camila Chinagli da Rocha
2º Período Gestão Comercial
Data: 30/07/09
A empresa AB Brasil investe no mercado de ovos do Brasil com ovos líquidos envasados em garrafas PET ou embalagens longa vida. A estratégia de marketing da empresa é primeiramente atender restaurantes, padarias e hotéis e futuramente chegar ao varejo, visto que no exterior é comum encontrar caixinhas de ovos pasteurizados no supermercado.
As vantagens para o consumidor será a praticidade (não precisando sujar a mão quebrando o ovo), segurança alimentar, pois será isento da salmonela e tempo de vida útil que é duas vezes maior que os ovos em casca.
Referência:
http://www.aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/ovo-liquido-ou-em-po-e-o-novo-negocio-da-ab-brasil,24047,20081118090935_B_868.aspx
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A marca que nasceu de uma estrada
Rodrigo de Souza
Faculdades Spei
Acadêmico do 2ª semestre de gestão comercial, matéria: Marketing
Data: 30/07/2009
Há seis anos três professores e sócios eram donos de uma rede de faculdades desconhecidos no interior de São Paulo. Focada no início de sua caminhada a atender classe C no ramo educacional, com passar do tempo percebeu-se que o negócio poderia ter maiores proporções, com novos projetos em vista então veio à necessidade de se criar uma marca para ganhar força no mercado, surgia então um nome diferente nos conceitos educacionais no Brasil que tempos depois se tornaria referência no setor de educação superior em todo o Brasil trata-se dá Anhanguera foi dado este nome devido a maior parte das faculdades estarem localizadas próximo a rodovia que corta o interior paulista ou grupo Anhanguera, pois a empresa cresceu tanto que se tornou um grupo onde é composta por várias instituições de ensino superior espalhadas em 38 cidades de 8 estados brasileiros conta também com núcleos profissionalizantes e de ensino a distância.
A cada ano que passa o desenvolvimento, os investimentos fechados com parcerias com empresas e também o lucro aumentam, o faturamento do ano passado foi de 905 bilhões de reais. A frase chave para o enorme sucesso segundo diretor comercial do grupo é "Reputação e boa imagem são as raízes do nosso negócio".
A outro departamento que tem enorme participação nesse negócio de sucesso
O marketing, nesse caso dois pilares de trabalho; poderosa comunicação da marca Anhanguera criar conceitos ao redor do nome, através de propaganda na TV anúncios em revistas e outdoor, blogs e twitter são muitos utilizados por que a maioria do público a instituição navega e resolvi parte da vida pela internet, então isso se torna uma obrigação da empresa está online, utilizam esses métodos não só com pensamento em modernidade e sim por que é barato é o mais interessante é extremamente eficiente. Outro pilar de seu marketing é oferecer para as classes D e C , cobrando mensalidades acessíveis para as pessoas juntamente com um ensino de qualidade, detalhe importante satisfazendo as necessidades de seus alunos/clientes onde se confirma isso com uma pesquisa feita pela área de marketing, do qual 67% dos alunos tiveram aumento salarial durante ou após a conclusão do curso, no total 79% dos jovens consideraram que a formação recebida ampliou suas perspectivas profissionais.
Referência: portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes
Faculdades Spei
Acadêmico do 2ª semestre de gestão comercial, matéria: Marketing
Data: 30/07/2009
Há seis anos três professores e sócios eram donos de uma rede de faculdades desconhecidos no interior de São Paulo. Focada no início de sua caminhada a atender classe C no ramo educacional, com passar do tempo percebeu-se que o negócio poderia ter maiores proporções, com novos projetos em vista então veio à necessidade de se criar uma marca para ganhar força no mercado, surgia então um nome diferente nos conceitos educacionais no Brasil que tempos depois se tornaria referência no setor de educação superior em todo o Brasil trata-se dá Anhanguera foi dado este nome devido a maior parte das faculdades estarem localizadas próximo a rodovia que corta o interior paulista ou grupo Anhanguera, pois a empresa cresceu tanto que se tornou um grupo onde é composta por várias instituições de ensino superior espalhadas em 38 cidades de 8 estados brasileiros conta também com núcleos profissionalizantes e de ensino a distância.
A cada ano que passa o desenvolvimento, os investimentos fechados com parcerias com empresas e também o lucro aumentam, o faturamento do ano passado foi de 905 bilhões de reais. A frase chave para o enorme sucesso segundo diretor comercial do grupo é "Reputação e boa imagem são as raízes do nosso negócio".
A outro departamento que tem enorme participação nesse negócio de sucesso
O marketing, nesse caso dois pilares de trabalho; poderosa comunicação da marca Anhanguera criar conceitos ao redor do nome, através de propaganda na TV anúncios em revistas e outdoor, blogs e twitter são muitos utilizados por que a maioria do público a instituição navega e resolvi parte da vida pela internet, então isso se torna uma obrigação da empresa está online, utilizam esses métodos não só com pensamento em modernidade e sim por que é barato é o mais interessante é extremamente eficiente. Outro pilar de seu marketing é oferecer para as classes D e C , cobrando mensalidades acessíveis para as pessoas juntamente com um ensino de qualidade, detalhe importante satisfazendo as necessidades de seus alunos/clientes onde se confirma isso com uma pesquisa feita pela área de marketing, do qual 67% dos alunos tiveram aumento salarial durante ou após a conclusão do curso, no total 79% dos jovens consideraram que a formação recebida ampliou suas perspectivas profissionais.
Referência: portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes
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O MARKETING MAIS RADICAL DO BRASIL
Nome: Luis Fernando Robes Sviech
2º Período Gestão Comercial
Spei - Água Verde
A Coca-cola lançou este ano a mais polêmica e até radical campanha de marketing da história em seus 60 anos no Brasil. Estudantes foram patrocinados pela marca para colocar na língua um piercing com a logomarca coca-cola zero desde que fossem fotografados para divulgação em sites de imagens, como Flickr e Picasa. A intenção é mostrar a cara jovem da campanha Já que os jovens são um grande público da marca. Segundo Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola. “As campanhas de marketing da Coca-Cola Zero transformaram-se numa espécie de laboratório para novas abordagens e novos formatos de comunicação de todo o grupo e refletem, de fato, o quanto é importante para uma grande empresa conseguir falar ao público jovem”.
Outras campanhas de outras grandes empresas utilizam a mesma estratégia de encantar o jovem, um exemplo é quando a Fiat lançou o Fiat Punto criando 300 maneiras de divulgação como cinema, blogs, outdoors, tv, rádio entre outros, tudo isso porque o jovem hoje influencia seus pais na hora da compra do automóvel porque ele tem que agradar a família toda.
Bibliografia: http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&COD_RECURSO=211;831&URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0929/negocios/arte-encantar-jovem-391379.html
2º Período Gestão Comercial
Spei - Água Verde
A Coca-cola lançou este ano a mais polêmica e até radical campanha de marketing da história em seus 60 anos no Brasil. Estudantes foram patrocinados pela marca para colocar na língua um piercing com a logomarca coca-cola zero desde que fossem fotografados para divulgação em sites de imagens, como Flickr e Picasa. A intenção é mostrar a cara jovem da campanha Já que os jovens são um grande público da marca. Segundo Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola. “As campanhas de marketing da Coca-Cola Zero transformaram-se numa espécie de laboratório para novas abordagens e novos formatos de comunicação de todo o grupo e refletem, de fato, o quanto é importante para uma grande empresa conseguir falar ao público jovem”.
Outras campanhas de outras grandes empresas utilizam a mesma estratégia de encantar o jovem, um exemplo é quando a Fiat lançou o Fiat Punto criando 300 maneiras de divulgação como cinema, blogs, outdoors, tv, rádio entre outros, tudo isso porque o jovem hoje influencia seus pais na hora da compra do automóvel porque ele tem que agradar a família toda.
Bibliografia: http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&COD_RECURSO=211;831&URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0929/negocios/arte-encantar-jovem-391379.html
Vender menos, e ganhar mais.
JOELTON M. G. VIEIRA
FACULDADES SPEI, CAMPUS ÁGUA VERDE
GESTÃO COMERCIAL 2° PERÍODO/NOITE
30/07/2009
É interessante ver como marcas de produtos que são considerados os mais caros, tiveram crescimento de vendas e ganharam força em todo o mercado.
Em especial no Brasil, em entrevista a revista Exame, o presidente da Ambev, Luis Fernando Edmond, relata o crescimento das vendas de cervejas, das bebidas consideradas Premium e que normalmente são em média de 20% a 25 % mais caras que as bebidas normais no mercado. A Bohemia, que se pesquisado hoje em qualquer rua de uma cidade, e que se pergunte a uma pessoa que tenha o hábito de degustar cervejas qual a cerveja Premium ela se recorda a Bohemia estará entre as primeiras concerteza. Não somente pelo preço diferencial, mas também pela qualidade.
E olhando pelo lado do marketing, se vê o investimento que a companhia fez para que o consumidor prefira pagar mais pelo produto, e o nome já sugere, (Premium) ela é como um prêmio para o consumidor.
A AmBev procurou identificar qual o público mais propenso a consumir a marca, e montou uma equipe especialmente para suprir as necessidades de um público alvo a ser atingido. O qual foi formado por mulheres executivas, jovens e casais sem filhos ou com filhos adultos. Pois esses consumidores valorizam a exclusividade e não gostam de ver a marca de sua preferência em qualquer meio de mídia, por isso a Bohemia tem sua propaganda normalmente exposta em revistas, por ser um meio em que o público alvo se caracteriza mais. E com associações com bares e restaurantes mais freqüentados por esse público. (por exemplo, o Boteco Bohemia em Curitiba).
Com isso a Ambev, aumentou a participação das cervejas Premium no mercado em 5,5% que foi mais que o dobro se comparado há quatro anos. Investindo na necessidade do consumidor junto a sua estratégia de marketing de satisfazer o público alvo e aumentar e sua participação no mercado com aumento das vendas tem-se o título vendendo menos e ganhando mais.
Fonte:
http://www.douglaszela.com.br/marketingvendas/artigosjornaiserevistas
FACULDADES SPEI, CAMPUS ÁGUA VERDE
GESTÃO COMERCIAL 2° PERÍODO/NOITE
30/07/2009
É interessante ver como marcas de produtos que são considerados os mais caros, tiveram crescimento de vendas e ganharam força em todo o mercado.
Em especial no Brasil, em entrevista a revista Exame, o presidente da Ambev, Luis Fernando Edmond, relata o crescimento das vendas de cervejas, das bebidas consideradas Premium e que normalmente são em média de 20% a 25 % mais caras que as bebidas normais no mercado. A Bohemia, que se pesquisado hoje em qualquer rua de uma cidade, e que se pergunte a uma pessoa que tenha o hábito de degustar cervejas qual a cerveja Premium ela se recorda a Bohemia estará entre as primeiras concerteza. Não somente pelo preço diferencial, mas também pela qualidade.
E olhando pelo lado do marketing, se vê o investimento que a companhia fez para que o consumidor prefira pagar mais pelo produto, e o nome já sugere, (Premium) ela é como um prêmio para o consumidor.
A AmBev procurou identificar qual o público mais propenso a consumir a marca, e montou uma equipe especialmente para suprir as necessidades de um público alvo a ser atingido. O qual foi formado por mulheres executivas, jovens e casais sem filhos ou com filhos adultos. Pois esses consumidores valorizam a exclusividade e não gostam de ver a marca de sua preferência em qualquer meio de mídia, por isso a Bohemia tem sua propaganda normalmente exposta em revistas, por ser um meio em que o público alvo se caracteriza mais. E com associações com bares e restaurantes mais freqüentados por esse público. (por exemplo, o Boteco Bohemia em Curitiba).
Com isso a Ambev, aumentou a participação das cervejas Premium no mercado em 5,5% que foi mais que o dobro se comparado há quatro anos. Investindo na necessidade do consumidor junto a sua estratégia de marketing de satisfazer o público alvo e aumentar e sua participação no mercado com aumento das vendas tem-se o título vendendo menos e ganhando mais.
Fonte:
http://www.douglaszela.com.br/marketingvendas/artigosjornaiserevistas
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